#Prova9deJulho Race Report

#Prova9deJulho foi aapenas maravilhosa! Um probleminha lá e outro aqui, mas no final tudo certo. Ano que vem a gente quer muito mais.

Participar da prova me ajudou tremendamente no projeto de realizar meu primeiro triatlo. Porque agora entendo que estou fazendo isso porque não tem sentido algum (graças a deusa) e também por simples querer. O que é muito importante depois de não ter completado a prova de natação no primeiro trimestre.

Vem cá que vou contar tudo!

A largada foi de manhãzinha e fiz a “maldade” de levar minha filha junto, pra que ela não ouvisse apenas uma estória mas que fizesse parte dela. Percebi como isso foi uma decisão acertada logo na largada dos homens – antes de o evento começar houve vários relatos de atletas cujos pais e avós participaram da prova e até chegaram a ser campeões.

Bom, essa mamãe não foi campeã mas comeu um cortado pra participar AND terminar a prova!

A largada… Então! No congresso técnico houve várias instruções para agir em pelotão (sabe aquele galera que corre bem na frente, bem grudada). Dai que deu aquele medo porque na real já andei no meio do furdunço uma vez e posso dizê? Que medo da disgraça! Logo, já sabia que sim – ia dar ruim! 

E deu, num bom sentido. Éramos tão poucas mulheres que não deu pra formar pelotão e nem pelotinha 🤗 As mulheres mais rápidas se foram e pude ficar tranquila e asmáticamente num ritmo pocotó 💛

Assim foi a primeira volta. Na segunda você e eu concordamos que eu já devia saber o trajeto e não poderia me perder, rá! Mas né,  o que é a vida sem a emoção de se perder e reencontrar? Essa experiência durou aproximadamente 3 minutos, o suficiente para que as pessoas que lutei taaaaaanto para ultrapassar fossem uma visão bem distante, lá na frente, bem longe!

Nessa hora ficou confirmado que minha idade mental é mesmo de 5 anos. Como já tinha tirado racha com elas antes AND vencido… Decidi fazer tudo de novo! E pá, lá fomos nozes pocototó! E logramos Brasil, ultrapassamos o mesmo tiozão de novo.

Falando nisso, teve gente que não se conformou com o trajeto. Porque no início da divulgação não eram 45K (cês acham que eu ia me colocar voluntariamente numa dessas?) mas sim 28 e meio. De repente, mudou e teve gente que desistiu no meio sim. O Roger me falou que teve galera no início do rolê que já desencantou e foi pra padaica mesmo!

Voltando… Era isso mesmo porque estava já no fim da segunda volta. Comotava? Morta ué. A pélvis ardendo em brasa apesar do short e da selim com amortecedor. A técnica foi a de sempre – sobe, grita e espera que algum milagre faça isso parar de doer 🙏🏾🙏🏾🙏🏾

Agora a chegada né, aquele momento de apoteose onde tudo faz sentido mas… O cara da prova não lê seu número no capacete e te redireciona para FORA da largada. Eu que sou trouxa obedeci, pensando que poderia atrapalhar os profissionais. Vai que eu tava muito atrasada.

Nisso o Roger desesperado começa a gritar meu nome e uma moça branca diz pro cara – ela está na prova, ela está na prova! Dai eu volto e passo a chegada com aquela cara de sulfite. Fim.

Mas pude dizer pra minha amiga Betina querida e minha filha que dessa vez, consegui! Muita experiência claro, porque fiquei na rabeira, entre as dez últimas. E olha, nunca fiquei tão contente e orgulhosa com isso!

Ano que vem tem mais 🚴🏾‍♀️

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