Deu na mídia

Para muitas, é complicado chegar até esses hospitais por falta de recursos financeiros e de mobilidade. Muitas pacientes não são informadas de seus direitos, como o uso de bilhete único preferencial, que está disponível para as mulheres após a cirurgia ou durante a radio e a quimioterapia. Existem ainda os casos das que acessam a assistência médica privada, mas enfrentam condições diferentes em relação às pacientes brancas. Os exames são negados sem qualquer explicação e o interesse dos profissionais de saúde nem sempre é o mesmo.

Racismo e câncer de mama: Charô Nunes fala sobre a relação entre pele, informação e tratamento, por Gabriela Rassy.